Se for o caso, esqueça

O mundo ganhou um peso maior, não é? O que já havia sido desgastado, aos poucos, também Do sofá, dos museus, das praças Ressignificados pela ausência Das conversas, ironias e aceitações Quando machuca é hora de parar, avaliar Se distanciar dos fatos para entendê-los em sua plenitude Semanas, meses, um punhado de anos depois Você... Continue lendo →

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palavras caóticas que significam tudo

em particular, em particular lhe digo: você é linda demais a.p.r.e.s.s.a.d.a.m.e.n.t.e corro para tuas investidas porém não nego meu desejo de, às vezes, recuar duas rodas afobadas demais colidem num poste: uma vítima fatal e a outra sobrevive aos ferimentos mas você sabe, nós sabemos: meio termo não condiz talvez você não suporte, um dia,... Continue lendo →

compressa

minha mãe vive dizendo pra que eu tenha paciência sinônimo de pacatez, calma, equilíbrio nem comecei e já quero revogar a missão na verdade, eu sempre tive pressa sinônimo de afoiteza, sede, voracidade eu não quero saber ou entender porquê (será que está certo?) que o artigo tem função de palavra se nem o que penso... Continue lendo →

Aprendizados vespertinos

Virar sinônimo das traduções que tu fazes Serei um complemento dos teus versos ou a metade que vira inteira? retalhos? Sentir de perto as palavras que vêm de longe Fortes como canhões Serenas feito barco à navegar em mares (in) tranquilos Contradição? Prefiro Um dia junto esses versos teus e aprendo que - Recuar não... Continue lendo →

Caiu na rede é poesia

Mas, caí na rede, virei peixe, à nadar você, o tubarão, auspicioso na hora de atacar fisgou o peixe mastigou engoliu sentiu náuseas vomitou O peixe voltou catou suas vísceras costurou E por incrível que pareça no auge de sua destreza não conseguiu e afundou !

O que incomoda mais?

O anjo ou a besta-fera? O compromisso ou a vontade de dizer não? O silêncio ou a guerra? A vingança ou o perdão? O que incomoda mais? Saber que já foi ou a chance de que há mais? Encontrar ou perder? Saber que dói ou querer muito mais? Conter ou espalhar (o veneno)? Vou lhes... Continue lendo →

Próximos

Toda vez que sinto a temperatura do teu corpo é como se nele eu pudesse me guardar Perto demais ele cura Longe demais ele me adoece “É triste sim esse quase morrer”¹ toda vez em que se distanciar é preciso Mas a linguagem do estar perto soluciona todos os nãos anteriores E quando eu vejo... Continue lendo →

Uma simbologia desmascarada

ATO I Não te culpo porque sei da minha parcela de culpa E enxergastes em mim ou em nós a dúvida culpa ATO II Jogamos com o esquecimento forçado por si só Enclausuramos pequenos-grandes sentimentos por quem? por nós? ATO III Quando éramos jovens demais nos perdemos no certo ou errado Uma pequena dúvida sem... Continue lendo →

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