De quem é a culpa?

Muitos textos deste blog foram escritos direcionados para alguém. E como não ser? Você vai vivendo e, involuntariamente, não percebe o quanto o outro vai lhe afetando de diferentes formas. Pouco, indiferente, muito. Os muitos vieram para cá. E, hoje, não poderia ser diferente.

Fui elencando algumas situações que poderiam ter me feito abraçar o passado para fugir daquela que eu já sabia ser a vencedora. Algumas vezes, a dissimulação se mostra como um mecanismo de autodefesa, e eu não poderia deixá-la de lado justamente neste momento.

Primeiro, comecei colocando a culpa em algum ato retrógrado ao longo de todo o Universo: é a lua em Câncer. Segundo, achei que fossem lembranças que me remetiam à tempos bons e, naturalmente, você as preserva. Terceiro, achei que de um ano para cá a vida foi uma sucessão de eventos – não um atrás do outro – ruins e, de certos sentimentos que ficaram para trás, acabei não cuidando dos mais importantes. Então, sabe como é, eles ficam vigiando cada passo seu.

E o resultado disso tudo eu ainda não posso revelar. Não para deixar o leitor curioso e se perguntando sobre o que exatamente estou falando, mas é difícil dar a resposta de algo que ainda está em processo de entendimento, se moldando, buscando costurar as frestas que se abriram e, assim, me deixar reivindicar um lugar mais confortável no mundo.

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