Uma única brevidade

Sentei na sacada aqui do alto para entender todos esses processos que vêm acontecendo na vida. Não sei, mas esse ventinho nos cabelos quase secos, a solidão gostosa de uma tarde meio fria e o café quase pronto lá no fogão, me dão a serenidade que necessito hoje.

Tenho procurado, todos os dias, novas formas de viver com uma parte importante que me foi retirada. Desamarrar aos poucos um laço que já vinha se desmanchando com o tempo, sozinho, cansado. Dessa forma, sinto o futuro surgindo em sua plenitude e me vejo abraçada com a paz que tanto desejei nos últimos meses.

Dias sim
Dias não
A gente vai sobrevivendo com alguns arranhões

Ou muitos?

Comecei anulando todos os resquícios de esperança e estou muito confiante, devo destacar, das escolhas certas que ando experimentando sem culpa. E se não forem tão certas assim? Não importa mais. Estou aqui, nesse momento, doando o melhor de mim.

Ninguém, ninguém mesmo, conhece a imensidão que brota, se espalha e finca raízes aqui dentro. E todos esses detalhes, em comunhão, amadurecem quem eu sou agora.

 

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